I discovered his poem “A Cachoeira de Paulo Affonso,” and it is interesting.
I also discovered a book that discusses Castro Alves, about five years old, from WVUP. Amazingly, our library has e-access to this and other works by the author!
I have to re-find and re-study all of this. Of course the enslaved woman’s rapist is the half-brother of her enslaved beloved. It’s an inversion of Cecilia Valdés. Why they commit suicide rather than take revenge is to be considered; suicide does relieve the owner of his property and its reproduction. The chapter ends with this comment on it: “Mas uma diferença final existe entre a morte dos amantes brancos e negros. Relacionada com os escravos, não é um tema apenas metafísico, mas uma realidade gritantemente racial, social e histórica. À interdição social junta-se a interdição sexual, que determina o sistema de dominação. Por isso, o suicídio de Lucas e Maria é predominantemente social e não apenas individual. E nisso, de novo, Castro Alves se destaca de seus pares românticos. Ele politiza a lírica erótica e dá um sentido social àquilo que, em outros autores, não passaria de conflitos pessoais psicologizantes.”
Affonso Romano de Sant’Anna talks about how mulata women come to be viewed as “edible.” “Mas, adaptando a terminologia de Melanie Klein, os seios mestiços da mulata são, ao mesmo tempo, o bem e o mal, o seio bom e o seio ruim, e o senhor escravocrata dela se aproxima ambiguamente, querendo incorporar uma parte e destruir outra,” he says (26).
Axé.